segunda-feira, 14 de abril de 2014

INICIATIVA DO VEREADOR JORGE MANAIA, BOLSONARO E OUTROS, CRIA O ORÇAMENTO IMPOSITIVO, INTERROMPENDO DEPENDÊNCIA HISTÓRICA ENTRE OS PODERES EXECUTIVO E LEGISLATIVO.


O projeto de emenda à Lei Orgânica 09/13 que cria o orçamento impositivo foi apresentado pelos vereadores Jorge Manaia (PDT), Carlos Bolsonaro (PP), Dr. Carlos Eduardo (SDD), Carlo Caiado (DEM) e Jorge Braz (PMDB), afim de quebrar a dependência histórica que o Poder Legislativo tem em relação ao Poder Executivo. 

Vereadores que recebem reclamações e que desejam realizar reformas ou investimentos em sua região ficam reféns da Prefeitura para realizarem demandas emanadas pelos eleitores que escolheram seu parlamentar. Ou seja, historicamente a Prefeitura somente possibilita investimentos nas regiões A, B ou C, se os parlamentares votarem de acordo com o que for solicitado pelo chefe do Executivo. 

Com a aprovação do referido projeto, extingue-se essa relação teoricamente promíscua, pois a Prefeitura fica obrigada a cumprir as emendas elaboradas pelos parlamentares que visem melhorias para a cidade, independentemente de como votarem seus representantes na Câmara Municipal. 

O parlamentar terá a independência e convicção de defender seu voto e o eleitor poderá ter a certeza que se seu representante se comportar de maneira equivocada durante votação, foi porque ele quis. Contudo, é claro que o julgamento de qualquer ideia defendida pelo parlamentar exije a necessidade do questionamento antes de qualquer julgamento feito pelo cidadão. 

As emendas de vereadores ao projeto de lei orçamentária serão aprovadas até o limite de 1,2% da receita corrente líquida prevista no Orçamento, sendo que a metade deste percentual só poderá se referir a ações e serviços de saúde. 

Sabemos o caos que a saúde pública passa, portanto fica claro no Projeto que 50% das emendas parlamentares desenvolvidas terão que ser aplicadas na área de saúde, como por exemplo; aquisição de materias para hospitais e demais benfeitorias nas redes hospitalares municipais. 

Na certeza de estarmos garantindo transparência maior na relação dos homens públicos, nos colocamos à dispsição para maiores esclarecimentos. 

Veja o Projeto de Emenda à Lei Orgânica 09/13: http://goo.gl/rIEA7a

Atenciosamente. 

Vereador Carlos Bolsonaro 

Tel: 21-2262-0535 / 21-3814-2118
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terça-feira, 8 de abril de 2014

DIFERENTEMENTE DO DIVULGADO, PROJETO DE LEI DO PSOL QUE DESCRIMINALIZARIA SOMENTE A MACONHA BENEFICIA TRAFICANTES, SEQUESTRADORES, ESTUPRADORES, USUÁRIOS DE TODOS OS TIPOS DE DROGAS E CRIA A COLÔNIA DE FÉRIAS DO VAGABUNDO DOIDÃO.


COLÔNIA DE FÉRIAS DO VAGABUNDO DOIDÃO DO PSOL: 

O projeto de lei 7770/14 apresentado pelo PSOL, que libera as drogas e o vale tudo no Brasil é noticiado "inocentemente" pela grande mídia como projeto de lei que libera apenas o uso da maconha. 

Não vamos entrar nos detalhes sobre os malefícios das drogas, vamos apenas focar no projeto de lei e mostrar ao público algumas aberrações que passam na cabeça das pessoas que vivem da desgraça de famílias, tanto dos usuários de drogas, quanto das famílias ceifadas por eles. 

Durante breve leitura pudemos constatar no art. 21 a anistia aos traficantes de maconha. Indo mais além, no art. 37, a maconha já não é mais o foco do referido projeto. Segue transcrição: ”Quando o condenado por qualquer infração sofrer de dependência química ou psíquica a algum tipo de droga, poderá solicitar tratamento voluntário de desintoxicação e reabilitação pelo tempo necessário para tais fins. Nesses casos, a duração do tratamento será computada como parte do cumprimento da pena”, ou seja, se o condenado por estupro, homicídio, assalto ou sequestro, alegar que faz uso de drogas, terá este sujeito o direito de sair da prisão e frequentar a Colônia de Férias do Vagabundo Doidão do PSOL, contando como dias de pena cumpridos. 

Em suas considerações finais, o autor é enfático ao afirmar: ”… A maioria dos usuários não vira dependente, mas apenas faz uso recreativo…. Pensemos no álcool: o abuso dele traz mais problemas à sociedade que o próprio crack… Da mesma forma, os usuários recreativos de maconha, cocaína, ecstasy ou qualquer outra droga devem ter sua liberdade respeitada: se alguém tem o direito de ”encher a cara”num bar ou em casa, também tem o direito de fumar um ”baseado”. 

A insanidade e/ou delimitação mental devido ao uso excessivo de drogas destas pessoas é tanta, que acham que um erro pode ser justificável por outro. Se existe uma coisa errada, então não há problema em existirem duas. Pura e simplesmente para justificarem suas vontades pessoais doentias. 

Recentemente, o deputado federal Domingos Dutra (ex-PT/MA), criou o projeto do Estatuto Penitenciário, que entre muitos absurdos, condiciona mais médicos especializados para presos do que para a população honesta. A mesma matéria obriga o poder público a dar shampoo e condicionador aos presos, podendo o agente de segurança pública ser preso caso seja denunciado por descumprir estas determinações. Este mesmo parlamentar cedeu entrevista à TV Câmara alegando que para melhorarmos o sistema prisional do Brasil, teríamos que soltar todos os presos, reformar os presídios e depois solicitar que os marginais voltem para cumprirem suas penas. 

Todos sabemos que o PSOL é uma cria de parlamentares cujos berços eleitorais vieram do PT. 

Solicitamos aos senhores que, se possível, leiam o projeto de lei 7270/14 do PSOL e notando mais algum absurdo, que nos informem. Pois sabemos que a legalização de drogas no Brasil, com mais quatro anos do PT no poder, estará muito próxima, e estes absurdos de passarem a mão na cabeça de estupradores, assassinos e sequestradores não podem ser aceitos, enquanto os inocentes são aniquilados nas ruas. 

Reflitam, associem o passado com o presente dos políticos do Partido dos Trabalhadores e PSOL. Percebam quem são aqueles que dizem que lutaram por democracia patrocinados por Cuba no passado, seus elos político e econômico com ditaduras mundo à fora, corrupção generalizada sem o menor ressentimento, tentativa de acabar com a liberdade de imprensa e o tipo de pessoas que defendem. Claramente não estão visando a melhoria do país em que vivemos, mas sim, traçam um plano duradouro de governo, que em pouco tempo acabará com o Brasil.

segunda-feira, 31 de março de 2014

CENSURA EXPLÍCITA NA CÂMARA DO RIO: MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM TEM JUÍZO.


A DEMOCRACIA DO PT CALANDO A TODOS: 

1- Jair Bolsonaro foi proibido de organizar solenidade em Brasília sobre 31 de março de 1964;

2- Solenidade sobre Regime Militar, presidida por Flávio Bolsonaro, ao vivo na Alerj, é tirada do ar e censurada na TV;

3 - Vereadores de esquerda penduram faixa na Câmara Municipal e Carlos Bolsonaro é censurado ao propor faixa com dizeres contrários.

Na semana que passou, o vereador Carlos Bolsonaro contextou a afixação de uma faixa na sacada do Palácio Pedro Ernesto, prédio tombado pelo patrimônio histórico. 

O parlamentar citou resolução elaborada pela própria Mesa Diretora em 1995 que proibia o fato ocorrido acima. 

O presidente da Câmara informou que havia tomado uma posição monocrática autorizando a afixação da mesma e que após a contextação de Bolsonaro, consultaria o plenário da Câmara para ratificar sua decisão. Entretanto, o fato de ter sido tomada uma decisão sem consulta aos demais parlamentares infringia flagrantemente a resolução 2774/95, que em seu parágrafo únicio é explícito que exista a determinação de CONSULTA PRÉVIA aos membros da Mesa Diretora sobre a colocação de faixas na fachada do Palácio Pedro Ernesto. Atitude que só foi tomada após o questionamento do vereador. 

Carlos Bolsonaro então ponderou que todos deveriam ter o mesmo direito, já que a resolução estava sendo descumprida abrindo-se esta excessão. 

Visto que a resolução foi ignorada, Bolsonaro solicitou afixação de faixa de forma idêntica à questionada, logo de maneira anti-democrática, teve seu pedido negado. Dois pesos e duas medidas! 

Assista o questionamento de Bolsonaro, a resposta evaziva do presidente e o protesto da Família Bolsonaro diante da censura ocorrida na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. http://youtu.be/_aLk8Fj5MjA


sexta-feira, 21 de março de 2014

21 DE MARÇO, ANIVERSÁRIO DE JAIR BOLSONARO.


Hoje, dia 21 de março é comemorado o aniversário do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), talvez um dos últimos parlamentares que honram o significado de sua atividade, palavra está originária do francês (Parlement), em português "falar".  

Homem que não se intimida com as constantes pressões oriundas de seus adversários políticos e ideológicos, não se importando com a possibilidade de cassação de seu mandato, assunto sempre colocado em discussão quando emite suas opiniões.

Bravo guerreiro defensor dos valores aprendidos ao longo de sua vida, nunca mudando de opinião ou de lado quando outras benesses lhe são oferecidas. Prova de tudo escrito acima, é seu voto, marca do respeito que tem com seus eleitores do Estado do Rio de Janeiro.

Resumimos acima o político. Já dentro do nosso lar, podemos facilmente qualificar este verdadeiro homem: referência que jamais deixou que algo faltasse a seus filhos; educação, limites, valores e carinho foram e são as principais marcas de nosso pai.

Estas são apenas algumas palavras que expomos nesse momento sobre este gigante que será sempre inspiração em nossas vidas profissionais e pessoais.

Pai, obrigado por tudo!!!!

Um grande abraço dos seus filhos, Eduardo, Carlos e Flávio Bolsonaro.

Parabéns!!!!

terça-feira, 18 de março de 2014

A AMIZADE VEM DE BERÇO: PSOL, PT E PCdoB REJEITAM MOÇÃO DE LOUVOR QUE CULMINOU NA MORTE DO TERRORISTA BIN LADEN, PROPOSTA POR BOLSONARO.


”Se Bin Laden tivesse sido morto no Brasil, certamente seria tratado como desaparecido político, pois seus restos mortais jamais foram encontrados.” 

À época da morte de Bin Laden, o deputado federal Jair Bolsonaro propôs moção de aplausos aos americanos em relação a tal feito (REQ 32/11). Para aprovação deste requerimento seria necessário sua aprovação na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, entretanto, parlamentares do PT , PSOL e PCdoB que faziam parte daquele colegiado foram decisivos para REJEIÇÃO da proposta. 

A suspeição e as vezes a certeza de ligações do governo brasileiro com ditaduras e terroristas a cada dia fica mais visível e sem vergonha. 


. Ivan Valente (PSOL-SP) 

. Benedita da Silva (PT-RJ) 

. Dr. Rosinha (PT-PR) 

. Perpétua Almeida (PcdoB-AC)

. Alfredo Sirkis (PV-RJ)

ÍNTEGRA DA MOÇÃO PROPOSTA POR BOLSONARO: 

Clique na imagem para ampliar.

sexta-feira, 7 de março de 2014

CARLOS BOLSONARO É ELEITO VICE-PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA DE VEREADORES DO RIO.



Trecho entre aspas retirados de matéria do Jornal O GLOBO
Ruben Berta


Disputa na Comissão de Direitos Humanos

"Procurada, a presidência da Câmara ainda não se manifestou sobre as críticas. Além do discurso de Jimmy Pereira, a quinta-feira também foi de polêmica na Comissão de Direitos Humanos. O vereador Carlos Bolsonaro (PP) foi eleito mais uma vez vice-presidente por escolha da presidente da comissão, Teresa Bergher. O outro membro, Renato Cinco (PSOL), tentou o cargo, mas teve que se contentar apenas com a posição de vogal.

— Nunca prometi nada ao Cinco. Na luta do rochedo contra o mar, eu é que apanho? Minha posição foi democrática, segui o plenário. Na votação dos membros da comissão, eu tive 15 votos, o Bolsonaro 12 e o Cinco dez — argumentou Teresa.

Depois de rumores de que teria ficado insatisfeito com a postura de Teresa, Cinco procurou apaziguar os ânimos nesta quinta-feira:

— Simplesmente, achei que deveria marcar posição ao querer a vice-presidência. Não entendo como um vereador que é contra os direitos humanos ocupe esse cargo na comissão. No primeiro ano, era novato e não quis brigar.

Bolsonaro, de sua maneira, respondeu a Cinco:

— A escolha dos cargos foi baseada na nossa votação em plenário e ele (Cinco) concordou que fosse assim. Defender direitos humanos é defender a maconha, defender vagabundo? Acho que ele precisa relaxar, fumar um baseado de alguém que defende porque está muito nervoso."


Defendendo as mesmas bandeiras do pai, Carlos leva rotineiramente aos colegas parlamentares argumentos que normalmente não são defendidos nas Casas de Lei Brasil a dentro.

A redução da maioridade penal, o controle da natalidade, a defesa dos cidadãos de bem e não de bandidos, contra o kit-gay nas escolas primárias, entre outras, são as ideias defendidas pelo filho de Bolsonaro.

É comum pessoas dizerem que tais ideias não podem ser defendidas por vereadores pois não possuem poder para modificarem tais regras. Entretanto é claro que o debate sobre os temas citados passam por todos os membros da sociedade, principalmente entre os vereadores, cujos cargos são considerados os primeiros passos para uma carreira política. Ou seja, o berço do ideal de um político é a Câmara de Vereadores de sua cidade, e levar estas ideias a seus colegas que pleitearão outros cargos políticos são uma das prioridades da Família Bolsonaro.

OS IDEAIS NÃO MORREM.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CARLOS BOLSONARO É ABSOLVIDO EM MAIS UM PROCESSO MOVIDO PELO MOVIMENTO GAY.


Em 2010 o deputado federal Jair Bolsonaro descobriu sem querer, ao cruzar pela sala da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, uma estranha movimentação de homens vestidos de mulheres debatendo assuntos sobre educação infantil homossexual. Tal fato foi o estopim para a descoberta que existia grande investimento financeiro na educação com filmes e diretrizes a serem seguidos por Estados e Municípios do Brasil com conteúdos que incentivavam o homossexualismo entre crianças a partir de seis anos de idade. 

Desde então, o deputado Bolsonaro e sua família de parlamentares foram alvos de raivosos ataques diários de ativistas que se sentiram ameaçados de perder o poder da Comissão de Direitos Humanos, visto que anualmente estes movimentos recebiam, mediante emendas, quantias que giram em torno de dez milhões de reais, somente por aquela Comissão. 

Na falta de argumentos que justificassem ensinar crianças a aprenderem que ser homossexual pudesse ser algo normal, o movimento gay, apoiado pelo PT e PSOL direcionou sua bateria de recursos ao Poder Judiciário, pois quem se colocava contra a educação homossexual para crianças era prontamente tachado de homofóbico e ganhava um processo judicial. 

Não foi diferente com o vereador carioca, Carlos Bolsonaro, filho do deputado federal Jair Bolsonaro. Em 2011 foi notificado pelo Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro sobre possível ofensa ao movimento gay, pois havia escrito em seu twitter a frase ”CHUPA VIADADA”, após a negação do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados de acatar denúncia de homofobia provocada pelo PSOL, contra seu pai. 

O jovem parlamentar, então aceitando explicar à Promotoria o fato ocorrido, encaminhou à mesma, milhares de ofensas que ele e sua família vinham sofrendo ao longo do tempo, por serem contra o plano LGBT do Governo Federal. Ofensas as quais, não se comparam com o desabafo do vereador. 

Passado isto, certo dia, a imprensa procurou o vereador para explicar sua ”polêmica” frase e espantosamente descobriu que o MPRJ simplesmente ignorou todo o material mostrado que justificavam o desabafo e encaminhou a denúncia à Justiça. Vale lembrar que a atitude do jovem está caracterizada em lei sendo passível de resposta, visto os ataques que vinha sofrendo. 

Ficou uma dúvida. Como pode a imprensa saber antes que o parlamentar que ele seria alvo de processo? 


Voltando ao processo, Carlos Bolsonaro se defendeu na primeira instância com os mesmos argumentos utilizados durante o inquérito do Ministério Público. Chegada a fase testemunhal, o vereador sentado no banco como réu, diante de seu advogado, juiz, promotor e testemunhas, ouviu da boca de uma das testemunhas que era de acusação dizer: _ "Nós não tomamos a iniciativa de comunicar a suposta agressão verbal do vereador. Somente denunciamos após a promotoria do Estado nos provocar para que fizéssemos algo.” 

Tal declaração desqualifica qualquer tipo de acusação. Ora bolas, como pode o Ministério Público provocar entidades para que o procurem? 

Não quero acusar ninguém de querer aparecer ou ganhar notoriedade diante de importantes orgãos públicos, mas tirem suas conclusões sobre o resumo do assunto. 

Em janeiro de 2014, o juiz de primeira instância proferiu a sentença, tornando a denúncia do Minstério Público improcedente, mas cabe recurso.

Mais uma vez a verdade prevalece, graças a lisura da Justiça. 

Fiquemos atentos, pois os tentáculos dos podero$o$ grupos LGBT, ao que tudo indica não estão apenas nos movimentos políticos, mas guinando também para outros setores dos poderes públicos. 

Vencemos a batalha, mas a guerra ainda continua.

Selva.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

GRAMSCISMO: O “NOVO” MÉTODO APLICADO PARA DOMÍNIO DE NOSSA NAÇÃO JÁ ESTAVA ESCRITO HÁ TEMPOS.



Recomendamos leitura deste livro, pois demonstra de maneira clara os métodos aplicados por partidos de esquerda (PSOL, PT, PCdoB etc) para domínio de nossa sociedade. É impressionante a identificação e a perfeita sincronia com fatos, os ideais defendidos pelas esquerdopatas, com técnicas defendidas antes de 1935 e perfeitamente aplicadas na sociedade de hoje.

Trecho retirado do livro: A Revolução Gramscista no Ocidente (Sérgio Coutinho)

"Com o colapso do comunismo na Europa, os movimentos revolucionários mundiais renovaram seu interesse pelo Terceiro Mundo. 

Os países da América Latina, que partilharam historicamente valores e princípios da cultura ocidental e cuja posição geográfica os aproxima naturalmente dos Estados Unidos, estavam presumidamente mais aptos a absorver doutrina formulada por Marx e Engels, no século XIX, e aperfeiçada por Lenin, no início do século XX. Tornaram-se, naturalmente, alvos de renovado interesse como campo de expansão do comunismo, de acordo com teoria revolucionárias que espalharam focos de guerrilha pelo continente (foquismo), na crença tradicional de que a tomada do poder passava necessariamente pela luta armada. 

O fracasso dessas tentativas levou líderes da esquerda ideológica mundial a buscarem outro caminho para atingiur seus fins. E o encontraram na teoria de Antônio Gramsci, ideólogo comunista italiano falecido em 1937. 

Nas condições do mundo moderno, o método moderno aplicável é o de instalar na opinião pública, de forma lenta e gradual, a ideia revolucionária sem jamais deixar perceber que isso esteja acontecendo. A via pacífica, a manutenção das leis, a aparência democrática, entorpecer consciências e aliciar defensores inocentes de uma ação insuspeita. As modificações visando à revolução marxista devem ser sutis e adotadas pacientemente, utilizando instrumentos legais e constitucionais, tais como consultas à sociedade civil organizada (sindicatos, ONGs etc.), bem como programas de caráter político, mas apresentados como de índole social, popular e defesa dos direitos humanos (Programa Nacional de Direitos Humanos). 

É desse emaranhado de conceitos e teorias que o autor pinça a estratégia gramcista e as duas fases em que ela se desenvolve: a da hegemonia e da ocupação. 

A hegemonia consiste em criar uma mentalidade uniforme sobre todas as questões de forma a anestesiar o senso crítico e a uniformizar o senso comum (donde a importância em controlar a imprensa e fortalecer a propaganda). É a hegemonia que leva as pessoas a aceitarem o que lhes dizem sem contestação; a tolerar sem se escandalizar crimes de invasão, destruição e ocupação de propriedades; a admitir como prática aceitável movimentos políticos que se escondem sob objetivos que se escondem sob objetos ditos “sociais”; que tais movimentos sem existência legal recebam verbas em chavões do tipo “justiça social”, “direitos humanos”, “cidadania” e outros semelhantes ecos da velha luta de classes proposta por Marx e Engels no Manifesto Comunista de 1848. 

Outra ocupação da estratégia de Gramsci é a ocupação dos espaços. É preciso nomear pessoas alinhadas com a ideologia para todos os postos capazes de promover a perda do senso crítico e o estabelecimento da hegemonia. É o aparelhamento do Estado, fenômeno perfeitamente visível no Brasil, onde foram criados cargos ministeriais para beneficiar políticos aliados (alguns derrotados em pleitos eleitorais) sem uma séria ponderação sobre sua real necessidade para a administração pública. Essa prática alatra-se pelas empresas estatais, fundos de pensão e outro órgãos da administração e gera a falsa necessidade de novos cargos, generosamente criados aos milhares, ditos “em comissão”,para contentar correntes políticas alinhadas ideológica ou “fisiológicamente”com o governo." 

Nilson Vieira Ferreira de Mello 

Membro do Conselho Editorial da Biblioteca do Exército 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

OLAVO DE CARVALHO E A FAMÍLIA BOLSONARO CONVERSAM AO VIVO NA INTERNET.


Nesta quinta-feira (13 de fevereiro), às 22:00, ocorrerá um bate papo, ao vivo, entre a Família Bolsonaro e o professor Olavo de Carvalho.

Todos poderão acompanhar clicando no link: http://bit.ly/olavodecarvalhobolsonaro

Na atual conjuntura governamental dominada por partidos de esquerda que exaltam e se aproximam dos fracassados governos comunistas, em que somente seus sanguinários líderes tornam-se milionários, deixando seu povo na mais pura miséria financeira e cultural, torna-se necessário nos unirmos para combater a ditadura de opinião e econômica, impostas pelo PT, PSOL, PCdoB e outros.

Aguardamos os senhores lá.

Um forte abraço da Família Bolsonaro.

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

AÇÃO DE FLÁVIO BOLSONARO DERRUBA LEI DE COTAS EM CONCURSOS PÚBLICOS DO RIO.


Em ação proposta pelo deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP), o Tribunal de Justiça do Rio declarou ontem, por 18 votos a 3, a inconstitucionalidade da Lei municipal n° 5.401/2012, que estabelecia cotas em concursos públicos no Município do Rio de Janeiro, sem critério econômico, para negros e índios.

A maioria dos desembargadores entendeu que a iniciativa de leis como essa cabe ao Poder Executivo, e não a um vereador (PCdoB), como era o caso. Dois desembargadores, que também votaram pela inconstitucionalidade da lei, entenderam que o vício era material, pois quando as cotas estão desvinculadas do critério econômico perdem seu caráter de inclusão social e possibilitam situações em que um negro rico pode tomar o lugar de um negro pobre.

“Cotas sem o critério econômico promovem injustiça e incentivam o racismo. Fico satisfeito de fazer minha parte para uma sociedade que sonha banir da sua realidade o preconceito e a distinção entre seres humanos pela cor da pele.” Afirmou Bolsonaro.

A luta da família Bolsonaro continua nas três esferas do Poder Legislativo, pois o debate agora além de girar em torno da cor da pele, o PT, PSOL, PCdoB e outros, tentam a criação de cotas para homossexuais, usuários de drogas e ex-presidíários.

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