quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

JAIR BOLSONARO (NOTA À IMPRENSA): "JAMAIS PEDIREI DESCULPAS À DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO."







JAMAIS PEDIREI DESCULPAS À DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO

A questão aqui é ideológica e não de gênero. Nunca foi.

As mulheres brasileiras não merecem ser estupradas. Nenhuma mulher merece. Eu tenho mãe, esposa e filha. Racionalmente é possível entender minha discussão com a Deputada Maria do Rosário como uma reação à ofensa inicialmente dirigida a mim. E só.

Sou autor do Projeto de Lei 5398/2013, que aumenta a pena para estupradores e propõe tratamento químico voluntário para inibição do desejo sexual como requisito para obtenção de livramento condicional e progressão de regime. Jamais me declarei como estuprador nem fiz qualquer apologia a essa prática. 

O órgão competente da Câmara dos Deputados, que apurou o episódio à época, em 2003, arquivou o processo por unanimidade de votos. 

Meu repúdio à Deputada Maria do Rosário reside em sua postura ao privilegiar bandidos em detrimento de pessoas de bem, no fato de fazer parte de um partido político que se alinha com o que há de pior na concepção socialista-comunista, nessa farsa midiática de tentar me desqualificar por suposições, encobrindo questões mais relevantes como o desvio de dinheiro de empresas para financiamento ilegal de campanhas, na patética “Comissão da Verdade” e no caso “Celso Daniel”, dentre tantos outros escândalos.

Enquanto os meios de comunicação e os oportunistas que ocupam as tribunas do Congresso Nacional, levianamente, “enquadram-me” como estuprador, o povo brasileiro, homens e mulheres, são violentados pela corrupção e pelo projeto de poder dos que me atacam.

Com todo o respeito que as mulheres e os “movimentos” que as defendem possam merecer, peço que usem outro mastro, não a mim, para que possam hastear suas bandeiras, pois já estou ocupado defendendo a bandeira do Brasil.

JAIR BOLSONARO

Deputado Federal – PP/RJ

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

OLAVO DE CARVALHO: PSICOPATIA E HISTERIA (CASO BOLSONARO E MARIA DO ROSÁRIO - PT).

SOMENTE REPLICAMOS A REFERIDA MATÉRIA NESTE BLOG E A UTILIZAMOS COMO PRINCIPAL MEIO DE DIVULGAÇÃO, PORQUE INEXPLICAVELMENTE O SITE (WWW.DIARIODOCOMERCIO.COM.BR) COM A OPINIÃO DO PROFESSOR OLAVO DE CARVALHO, SAIU DO AR.

                             

Psicopatia e histeria

SÃO PAULO, 11 DE DEZEMBRO DE 2014 

POR OLAVO DE CARVALHO

Uma elite de psicopatas sobe ao poder e se cerca de adeptos e militantes que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria.

A saúde mental de uma comunidade pode ser aferida pela dos indivíduos que ela eleva aos mais altos postos e incumbe de representá-la. O mais breve exame do Brasil sob esse aspecto leva a conclusões que já ultrapassam a escala do alarmante e se revelam francamente aterrorizantes.

Já tivemos um presidente que achava lindo fazer sexo com cabritas, se gabava de haver tentado estuprar um companheiro de cela – prova de macheza, segundo ele – e confessava entre risos as mais cínicas mentiras de campanha. É claro que a tropa dos seus guarda-costas e marqueteiros corria, nessas ocasiões, para dar a essas declarações o sentido de meras brincadeiras, mas, supondo que o fossem, é igualmente evidente que pessoas adultas normais não se divertem com gracejos tão torpes.

Qualquer que fosse o caso, no entanto, a conduta desse cidadão não sugeria nenhuma doença mental e sim propriamente uma psicopatia – a deformidade moral profunda que sufoca a voz da consciência e autoriza o indivíduo a viver de manipulações, trapaças e crimes sem nunca enxergar nisso nada de anormal.

Já mencionei, em outros artigos, o livro do psiquiatra Andrew Lobaczewski, Ponerologia: Psicopatas no Poder (Vide Editorial, 2014), em que uma equipe de médicos poloneses condensa os resultados de décadas de observação da elite comunista que dominava o país, e descreve tecnicamente o fenômeno da “patocracia”, o governo dos psicopatas.

Mas, como explica o próprio dr. Lobaczewski, quando uma elite de psicopatas sobe ao poder, ela se cerca de adeptos e militantes que não são psicopatas, mas que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam em vez de aceitar os dados da realidade, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria. A histeria é um comportamento fingido e imitativo, no qual o doente nega o que percebe e sabe, criando com palavras um mundo fictício cuja credibilidade depende inteiramente da reiteração de atitudes emocionais exageradas e teatrais.

Um exemplo, já antigo, esclarecerá isso melhor.

Todo mundo conhece o deprimente episódio da discussão feia na qual a deputada Maria do Rosário xingou seu colega Jair Bolsonaro de “estuprador”. Incrédulo, o deputado perguntou:

-- Agora sou eu o estuprador?

A deputada, fria e pausadamente, confirmou:

-- É sim.

O deputado, que não é lá muito famoso pelas boas maneiras, deu-lhe uma resposta brutalmente sarcástica (“não vou estuprar você porque você não merece”) e a adversária ameaçou dar-lhe uns tapas, deixando de cumprir o intuito ante a promessa de um revide, sendo então chamada de “vagabunda” e tendo um dos mais célebres chiliques da história política nacional.

Está tudo gravado.




As circunstâncias que precederam o acontecimento são muito reveladoras. Bolsonaro tinha apresentado um projeto de lei que previa penas mais severas para os estupradores, inclusive antecipando o prazo de maioridade penal para que a punição pudesse alcançar tipos como Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, um dos estupradores e assassinos mais cruéis que este país já conheceu.

Maria do Rosário era contra a antecipação da maioridade e defendia penas mais brandas para estupradores e assassinos de menos de dezoito anos.

O projeto do deputado Bolsonaro era aprovado por mais de 90% da população

Defensora de uma causa impopular, e cunhada, ela própria, de um estuprador de menores, Maria do Rosário tinha todos os motivos para ficar com os nervos à flor da pele quando se discutia estupro e menoridade. Chamar de estuprador o algoz maior dos estupradores não fazia o menor sentido, evidentemente, exceto como inversão histérica da situação real.

Do ponto de vista penal, admitindo-se que ambos os parlamentares tenham cometido delitos, o da deputada foi bem mais grave. Nosso Código Penal pune com seis meses a dois anos de detenção o crime de calúnia (imputação falsa de ato delituoso) e com apenas um a seis meses de detenção o de injúria (ofender a dignidade e o decoro de alguém).

Pior: a lei concede atenuante ao delito de injúria se é cometido em revide a insulto anterior, e um segundo e maior atenuante se o revide foi imediato. Os dois atenuantes aplicavam-se à conduta do deputado Bolsonaro. Em comparação com Maria do Rosário, ele estava praticamente inocente no episódio.

Bem, esses são os dados objetivos da situação, mas a reação da esquerda nacional quase inteira, seguida de perto por toda a grande mídia, foi levantar um escarcéu dos diabos contra o deputado, chegando a pedir a cassação do seu mandato e apresentando Maria do

Rosário como vítima inocente de uma violência verbal intolerável.

Por mais intenso que seja o ódio político que se vota a um inimigo, simplesmente não é normal inverter de maneira tão flagrante a lógica dos fatos e o seu sentido jurídico para fazer do agredido o agressor e do revide injurioso, por mais grosseiro que fosse, um crime mais grave que o de calúnia.

Pior: todos os que incorreram nessa loucura faziam-no em tom de tão profunda indignação – alguns chegando até às lágrimas --, que não pareciam, de maneira alguma, estar mentindo deliberadamente. Ao contrário: a coisa era uma inversão histérica genuína, característica, indisfarçável. E coletiva.

A passagem do tempo não parece tê-la curado, mas agravado. Ainda esta semana, como o deputado Bolsonaro relembrasse o episódio, mostrando não arrepender-se do que tinha dito a Maria do Rosário, a deputada Jandira Feghali viu nisso, não, como seria normal, uma prova de falta de educação, mas – pasmem – uma confissão de estupro. E, aos berros, exigia a cassação do mandato de Bolsonaro, alegando que “não podemos admitir a presença de um estuprador nesta Casa”. Não deixa de ser significativo que, nessa mesma semana, uma pesquisa da Universidade da Califórnia revelasse que a incapacidade de perceber o sarcasmo pode ser um sintoma de demência.

Porém ainda mais significativo é que, também na mesma semana, a deputada, lendo uma frase minha segundo a qual todos deveríamos “atirar à cara dos comunistas, em público, todo o mal que fizeram”, lançou o alarma: Olavo de Carvalho prega assassinato de comunistas!

O histérico não enxerga o que está diante dos seus olhos, mas o que é projetado na tela da sua imaginação pelo medo e pelo ódio.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

FAMÍLIA BOLSONARO DESENVOLVE PROJETO QUE TRANSFORMA EM CRIME HEDIONDO O ASSASSINATO DE AGENTES DE SEGURANÇA PÚBLICA.






BASTA DE POLICIAIS ASSASSINADOS:


Projeto de lei elaborado pelo deputado estadual (RJ) Flávio Bolsonaro e sua equipe, com o apoio do Vereador Carlos Bolsonaro (Rio de Janeiro - RJ), transforma o assassinato de Agentes de Segurança Pública em crime hediondo, além de outros tópicos tocados. O mesmo será apresentado esta semana pelo deputado federal (RJ) Jair Messias Bolsonaro no Congresso Nacional. 

Com o enrijecimento da legislação pretendemos garantir que o atual medroso Estado seja menos desrespeitado e que nossos bravos servidores consigam realizar suas funções em paz.

Segue o teor da matéria:
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"Projeto de Lei Nº , de 2014 

Dá nova redação a dispositivos do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal e da Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, que dispõe sobre crimes hediondos. 

"O Congresso Nacional decreta: 

Art. 1º. O § 2º do art. 121, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, passa a vigorar acrescido do seguinte inciso VI: 

“Art. 121. ................................................................ 
(...) 
§ 2º.......................................................................... 
(...) 
VI - contra as vidas de servidores da segurança pública, tanto no exercício de suas funções como em razão de suas atividades, ou, ainda, contra seus familiares por consequência do grau de parentesco com o servidor." 

Art. 2º. O inciso I do art. 1º, da Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, passa a vigorar com a seguinte redação: 

"Art. 1º. ..................................................................... 

I - homicídio (art. 121), quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente, e homicídio qualificado (art. 121, § 2º, I, II, III, IV, V e VI);" 

Art. 3º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação." 

Brasília, 1º de novembro de 2014.
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Assine a petição pública de apoio ao projeto de lei. http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR77637

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

FLÁVIO BOLSONARO: REIVINDICAÇÕES DA TROPA DA PM FAZEM PARTE DA MELHORIA DA SEGURANÇA PÚBLICA. (VEJA NOSSO TRABALHO SOBRE O QUE FOI COLOCADO).


Rio de Janeiro, novembro de 2014.

NOVOS ESTATUTOS, REGULAMENTOS / CARGA HORÁRIA

Meus Amigos:

Há muito tempo aponto o desrespeito a direitos individuais fundamentais, além da questão salarial, como um dos principais fatores de desmotivação de parcela considerável da tropa. Como exemplos desse desrespeito poderiam ser citados o mau uso do regulamento disciplinar por parte de alguns, a inobservância permanente das folgas, o excesso desumano da carga horária de trabalho, transferências usadas como “vinganças pessoais”, subordinação sendo confundida com submissão, dentre outras práticas.

Entendo que dar tratamento digno e humano aos militares estaduais é a única forma de valorizar a carreira, bem como de evitar que muitos deles próprios caiam na mentira e no engodo da desmilitarização. Sobre a impropriedade de tal proposta, basta observar quais políticos a defendem para concluir se ela representa, efetivamente, o melhor para policiais e bombeiros.

No sentido da humanização da carreira, pode ser citada a proposta de novo regulamento disciplinar para os militares estaduais, aprovada na ALERJ e que encaminhei ao Executivo. Leia na íntegra:


Com muita satisfação, vejo que o trabalho não foi em vão, pois leio nos jornais a Corporação falar oficialmente em novos Estatuto e Regulamento Disciplinar, que observem a Constituição Federal de 1988, bem como em limitação da carga horária de trabalho.

Assim que os projetos de lei forem enviados à ALERJ, serei um incansável Soldado trabalhando para que seja aprovada legislação que, de fato, garanta respeito e dignidade à tropa. Conto com a participação de todos vocês nesse trabalho.

FLÁVIO BOLSONARO

Deputado Estadual RJ


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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

FALTA D'ÁGUA: SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO E A NATALIDADE - FAMÍLIA BOLSONARO.



< POPULAÇÃO NO MUNDO:

. 1987 – 5 bilhões de habitantes

. 1998 - 6 bilhões de habitantes

. 2011 – 7 bilhões de habitantes

< POPULAÇÃO NO BRASIL:

. 1987 – 140 milhões de habitantes

. 1998 – 165 milhões de habitantes

. 2011 – 195 milhões de habitantes

- A cada ano o Brasil aumenta mais de 2,5 milhões de habitantes.

- 20% dos partos no Brasil são em meninas entre 10 e 19 anos.

- Por ano, a capital de São Paulo, agrega 150.000 novos habitantes.

- Por ano, a capital do Rio de Janeiro, agrega 40.000 novos habitantes.

Apenas economizar ou racionar o uso de água não será suficiente para as necessidades humanas. Precisamos, urgentemente, de uma política de planejamento familiar. A Proposta de Emenda à Constituição 584/2002 do deputado federal Jair Bolsonaro facilita a realização de cirurgias de laqueadura e vasectomia, aos que queiram fazer. 

Eleitos deputados federais em seus Estados, Jair e Eduardo Bolsonaro, respectivamente no RJ e SP, discutirão e exposição desta matéria, que ganhará ainda mais força no Congresso Nacional. Já Flávio Bolsonaro, que é deputado estadual pelo Estado do Rio de Janeiro, desde seu primeiro mandato, dá prioridade ao envio dos recursos de seu orçamento individual para a Secretaria de Saúde, com a finalidade de ampliar da quantidade de cirurgias de laqueaduras e vasectomias a serem realizadas na Rede de Saúde Pública de seu Estado. 

Além disto, o jovem parlamentar fluminense é autor das leis estaduais 4916/06 e 5646/10, que versam sobre este tema, criando mecanismos para a ampliação e explanação do assunto hora exposto.

Já o vereador carioca, Carlos Bolsonaro como vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, defende estas bandeiras entre seus colegas e, anualmente destina valores expressivos de seu orçamento individual para a ampliação de realização de laqueaduras e vasectomias em seu município.

Saiba mais nas Redes Sociais abaixo:

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

VEREADOR CARLOS BOLSONARO (RIO/RJ): COMO COMBATER A DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA DE ESQUERDA NO BRASIL.


Passa pelo plano de governo do PT e da esquerda brasileira a tentativa de transformação da história do Brasil, via relatórios finais das Comissões da Verdades criados em Estados e Municípios e mediante a doutrinação ideológica nas escolas e nas ruas do Brasil.

Engana-se quem acha que tais atitudes são falta do que fazer. Tratam-se de planos extremamemte orquestrados para que de maneira natural, as pessoas aceitem sem perceber a mentira imposta pelos compromissados com os ideais comunistas.

Infelizmente, este crescente movimento de alienação populacional não é levado a sério na esmagadora maioria das Casas Legislativas do Brasil. Grande parte dos parlamentares permitem desde a substituição de nomes de logradouros públicos que tenham nomes de militares por outros considerados heróis comunistas, passando pelo aval de autorização de doutrinação ideológica educacional em suas respectivas esferas de Poder, chegando ao desleixo de autorizarem criações de Comissões da Verdade totalmente parciais. 

Mesmo que não acreditem, posso afirmar por experiência de convívio, que a esmagadora maioria destas propostas são autorizadas, não por identificação com os ideais socialistas de poder, mas sim, porque os representantes do povo não se interessam ou não são cobrados por seus eleitores para combaterem estes ideais doutrinadores.

Enquanto vereadores, deputados estaduais e deputados federais não entenderem o que está por trás deste Plano de Poder Comunista (a mudança da história contada pelo fortalecimento da mentira) não conseguiremos combater esta avalanche. Cabe a cada um de nós expormos em nossos municípios e Estados o que está por baixo dos panos dos governos socialistas.

Aqui na cidade do Rio de Janeiro, conseguimos impedir a criação da Comissão Municipal da Verdade, apresentamos projeto de lei contra a doutrinação ideológica nas escolas do município (batalha próxima de acontecer) e, rotineiramente desmistificamos projetos de lei malfadados com ajuda dos colegas parlamentares e as vezes com o entendimento do Poder Executivo, via nossa exposicão, arquivamos projetos que versam sobre os temas citados anteriormente.



Na maior parte das vezes existe o sentimento de que ao invés de produção legislativa, estamos apenas lutando para impedir o avanço da mentira, transparece um sentimento de improdutividade. Entretanto, mesmo que muitas das vezes sozinho, conseguimos ir adiante com aprovação de propostas boas para o município como mostrado em postagens anteriores, bem como, quando converso com amigos que nos apoiam, surge o sentimento do dever estar sendo cumprido para a manutenção da verdade para futuras gerações. Este sim, o maior tesouro que podemos deixar para nossos filhos e netos.

Atenciosamente,

Vereador Carlos Bolsonaro (Rio de Janeiro – RJ)

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

FAMÍLIA BOLSONARO: A ELEIÇÃO MAIS IMPORTANTE DOS ÚLTIMOS TEMPOS.


Mesmo que pese Aécio nunca sequer ter tido uma pequena reunião de dez minutos com Jair Bolsonaro, estamos com ele porque entendemos o que está em jogo neste dia 26. 

A cada dia que conversamos com um amigo de tempos ou que acabamos de conhecer, percebemos que todos dizem que perderam amizades ou até brigaram com sua família por defenderem a não continuidade da roubalheira e do Bolivarianismo / Gramscismo imposto atualmente por quem nos governa.

Neste momento o que está em jogo é a liberdade do país. Nos entristece ver o Plano de Governo do PT / PSOL / PCdoB dando certo, colocado negros contra brancos, homossexuais contra heterossexuais, ricos contra pobres e agora pais contra filhos (segregar para conquistar).

Uma sociedade que sempre foi marcada exatamente por nossa diversidade e alegria tem se esvairido de maneira proposital, em detrimento da manutenção duradoura no Poder. Um partido que condena quem tem opinião contrária mas absolve quem rouba o erário, imaginem continuando no poder amanhã.

Existem pessoas que estão iludidas com as mentiras ou meia verdades expostas pelo "Partido dos Trabalhadores".

Somente queremos ver o país livre deste tipo de comportamento crescente no dia 26, o resto vamos consertando e se não der certo, escolheremos outro Presidente posteriormente.

Pedimos aos que acreditam em Deus, ateus e todos que pensam diferente ou iguais a nós que dêem uma oportunidade ao Brasil. Reflitam, analisem e pensem no futuro, caso contrário não queremos imaginar o que pode restar para nosso rico país.

Você que quer mudança, votando nulo ou branco nada mudará para melhor, pelo contrário, estará dando o aval para a continuidade de tudo que quer que mude.

Dia 26 vamos às urnas, talvez meio desconfiados mas convictos que a mudança neste momento faz-se extremamente necessária.

Este tem que ser o pensamento.


Um abraço, Família Bolsonaro.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

BOLSONARO DESMENTE COM ARGUMENTOS SIMPLES, DIFAMAÇÕES E RÓTULOS PROPOSITAIS ATRIBUÍDOS À SUA PESSOA.



Vídeo retirado do canal do youtube chamado FICHA SOCIAL. Curta e tenha acesso a todo seu interessante conteúdo divulgado.

Veja também, trechos de matéria jornalística retirada do Blog de Felipe Moura Brasil (Veja Online):


No sábado, o patriarca – que já sinalizou que concorrerá à presidência em 2018 – estava pelas praias cariocas, em um de seus últimos atos de campanha. Recebi naquele dia a seguinte mensagem da estudante de direito Anna Paula Mesquita, que eu conheço pessoalmente:

“Felipe! Estava na praia hoje, recusei um panfleto do Bolsonaro que uma mulher veio me dar e disse que não aceitaria porque tenho amigos gays, não voto nele e considero ele homofóbico. Ele estava a poucos metros de mim e veio discutir a questão, acredita? Ficou uns quarenta minutos conversando sobre política e direitos comigo e uma amiga. Você tem algum artigo a respeito dele? Eu mudei todo o meu conceito sobre.”

Respondi: “Que bom que você se permitiu isso.” Ainda que Bolsonaro, com seu jeitão duro de se expressar, dê margem a muita confusão, só quem realmente desconhece o nível de demonização das campanhas difamatórias da militância esquerdista não enxerga uma longa distância entre o político real e a imagem que dele pintam seus inimigos. No Brasil das universidades infiltradas de professores militantes, os estudantes muitas vezes preferem ficar com a imagem fabricada por eles e seus pares, em vez de conhecer o outro lado – e mais ainda: estudar O MÍNIMO do jogo cultural e político como um todo, para dispor de todos os elementos antes de rotular ou aceitar o rótulo de alguém.

A meu pedido, Anna Paula descreveu em seguida os detalhes da conversa:

Sobre a questão principal, ele disse que não é homofóbico e que tem um funcionário de campanha gay e uma lésbica, que a questão dele eram as cartilhas de educação sexual para as escolas.

Aproveito para lembrar aqui um dos vídeos que os esquerdistas não mostram para estudantes: o do trato afetuoso de Jair Bolsonaro com Clodovil, um homossexual que não aderia à militância gayzista, porque sabia separar sua orientação sexual dos movimentos políticos que supostamente falavam em nome dos gays.

“Fofo”, não? Pois é. E vale lembrar que um dos tópicos da lista de Bolsonaro sobre os assuntos relevantes ausentes do debate presidencial da Globo foi este: ”O plano do PT que cria cotas para professores gays no ensino fundamental, desconstrói a heteronormatividade e demoniza os cristãos”. Tudo verdade.

Mas segue Anna Paula:

Embora eu ainda discordasse dele sobre alguns pontos, ele foi muito aberto ao debate e não pareceu radical como a imagem que a mídia transmite dele. Passei a entender as pessoas que votam nele. Até porque, de acordo com o que ele falou hoje, a declaração de que ele considera o homossexualismo uma doença não seria verdade.

Deixando a questão divergente de lado, aproveitei a ocasião para elogiar a atuação dele no congresso no que diz respeito à campanha contra o desarmamento, a qual sou completamente a favor. A partir daí, toda a conversa me surpreendeu e me cativou.

Este foi outro tópico da referida lista de Bolsonaro: “O Estatuto da aceleração da violência, conhecido como Estatuto do Desarmamento”.

Falamos sobre cotas, vasectomia e ligação de trompas nos hospitais públicos, bolsa família, a campanha marxista do PT e toda a campanha dele condizia com meu pensamento de estudante de direito.

Mudei meu voto radicalmente, já que, de plano, era do Chico Alencar (de quem também gosto muito). Mas, ironicamente, também tinha tido a oportunidade de falar com o Chico no centro da cidade na semana passada e falamos sobre amenidades, sem nada direcionado às suas propostas e ideais de campanha.

Eita, que mudança! De um socialista do PSOL – que apoia ditaduras como a de Nicolás Maduro na Venezuela - para Bolsonaro!

Chico Alencar é aquele que, somente DEPOIS da morte do cinegrafista da Band, Santiago Andrade, escreveu: “Nunca dialogamos ou fizemos acordo com grupo minoritário e de orientação anarquista como os Black Blocs. Discordamos da tática e desconhecemos a estratégia. Temos que demarcar com mais nitidez essas posições diferenciadas.”

Acontece que, na prática, a posição do PSOL incluía a aliança com os Black Blocs na greve dos professores do Rio, além da convivência respeitosa com sua tática sem o menor sinal de condenação explícita, conforme o próprio militante do partido Cid Benjamin confessou em seu Facebook. Marcelo Freixo chegara até a declarar: “Eu não sou juiz para ficar avaliando os métodos em si.” Sem contar que um artigo de Edilson Silva pregando o diálogo e a aliança do PSOL com os Black Blocs como estratégia política foi retirado do site do partido.

Voltando a Anna Paula sobre Bolsonaro:

Fui surpreendida por um candidato com ideais claros, objetivos e com muita vontade de atuar em prol do povo. Claro, de uma maneira geral e sem considerar a orientação sexual do eleitor, eu acredito que muitos homossexuais votem nele. Afinal, ele está longe de ser o monstro que a mídia desenha.

Me arrependi de não ter tirado foto para ilustrar a situação (mas tenho foto com o Chico), mas achei contraditório pedir depois da forma com que começamos a conversar.

Além de um político coerente, ele foi muito humilde de parar na praia para conversar sobre política com duas meras estudantes de direito. Além da simpatia e de ter transmitido muito conhecimento (como ele é inteligente!), se despediu pedindo licença para ir porque só tem até às 22 de hoje para fazer campanha, agradecendo a atenção e dizendo que foi um prazer conversar conosco, independente do nosso voto.

Estou muito feliz por, como você mesmo me disse, ter me permitido esse diálogo.

Que bom. Ninguém precisa concordar integralmente com alguém para notar que este alguém “está longe de ser o monstro que a mídia desenha”."

. VEJA A ÍNTEGRA DA MATÉRIA ESCRITA POR FELIPE MOURA BRASIL EM SEU BLOG NA VEJA ONLINE: http://goo.gl/a6adi7

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

BOLSONARO, LOBÃO E O AGENTE DA KGB ANCELMO GOIS.



Ancelmo Gois, agente confesso da KGB e crítico contumaz dos militares em sua coluna do jornal “O Globo”, pode ser melhor avaliado pelas seguintes declarações dadas ao “Jornal da ABI” – Edição nº 343, de Julho/2009:

> “Eu vivi por algum tempo com o nome falso de Ivan Nogueira, porque estávamos na ditadura militar, e a gente só conseguia ir para a Rússia protegido pela KGB”;

> “Foi este órgão que me deu uma identidade falsa com um retrato e me transformou numa outra pessoa.”

>  “Em seguida, eu fui para uma escola comunista para jovens, a Escola de Formação de Jovens Quadros – o nome aqui é KONSOMOL, do Partido Comunista da União Soviética, onde estudei sobre o marxismo e o leninismo.”

>  “Entrei no País pela Argentina e a KGB inventou que eu estava na França.”

>  “Toda a minha documentação sobre a saída e hora da minha entrada naquele país foi falsificada, o que fazia parecer que eu tinha morado na França e não na União Soviética. O partido me dava um salário.

Assim como Dilma Rousseff, Flanklin Martins, Miriam Leitão, José Dirceu, José Genoíno e tantos outros, esse é mais um dos que vivem apregoando terem lutado por democracia no Brasil, além de se intitularem terem sido presos políticos.

. BOLSONARO DESMASCARA JORNALISTA ANCELMO GOIS (O GLOBO) NA TRIBUNA DA CÂMARA: http://goo.gl/NmkVTN

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

MAIS VOTADO NO RJ PARA A CÂMARA E TERCEIRO DO BRASIL, BOLSONARO MIRA A PRESIDÊNCIA EM 2018.



Deputado do PP faz ataques a Dilma Rousseff e à Comissão da Verdade.

Mais votado do Rio para a Câmara dos Deputados, com 464.572 votos, Jair Bolsonaro (PP) já faz planos para 2018, quando pretende se lançar candidato à Presidência da República. Nesta terça-feira, ele voltou a criticar o governo federal e a postulante à reeleição Dilma Rousseff (PT), reiterou suas posições sobre temas polêmicos, como o Plano Nacional de Cidadania e Direitos Humanos LGBT, e fez ataques à Comissão da Verdade. Quanto à intenção de concorrer ao Palácio do Planalto, afirmou que, terminadas estas eleições, inicia as articulações para daqui a quatro anos. 

Por enquanto, no segundo turno para a disputa presidencial, ele declara apoio a Aécio Neves, do PSDB. E mira sua artilharia contra a adversária do tucano nas urnas.

— Mesmo que ele não queira, voto no Aécio — diz o deputado. — O grande mal do Brasil é o PT. Se Dilma conseguir a reeleição, não fugiremos de uma ida para Cuba sem escala na Venezuela. É um governo que se preocupa em caluniar as Forças Armadas 24 horas por dia — continua ele, que é militar da reserva.

Com posicionamento conhecido contra a Comissão da Verdade, que tem por finalidade averiguar violações de direitos humanos entre 1946 e 1988, Bolsonaro também dirigiu suas críticas ao colegiado que realiza as apurações (são sete os membros que compõem a comissão). Frisou que recorreria a uma hipérbole, mas disparou.

— Uma cafetina resolve fazer sua biografia. Escolheu sete prostitutas para realizá-la. No final, a conclusão das prostitutas é de que a cafetina deveria ser canonizada. Essa é a Comissão da Verdade da Dilma — afirmou, depois de ressalvar: — Não estou chamando ninguém de cafetina ou prostituta. É uma hipérbole.

Bolsonaro disse ainda não concordar com quem afirma que ele tenha sido eleito com base numa agenda que chamou de “antigay”. Afirmou que, se homofobia for definida como “o respeito à família e querer que uma criança siga o destino dado a ela quando nasce”, ele, então, é homofóbico. Mas que sua briga não é contra os homossexuais.

— Minha bronca sempre foi e será contra o material escolar (numa referência ao Plano Nacional de Cidadania e Direitos Humanos LGBT, que ele chama de “kit-gay”). Acho impossível uma pessoa não ter um parente ou amigo gay. A grande maioria cuida da vida dela. Uma minoria que quer tratar desse assunto em vida pública — diz. — Nunca preguei dar porrada em homossexual. Mas defendo a família — conclui.

Matéria publicada no Jornal O Globo ( jornalista Rafael Galdo). http://goo.gl/h6Eiib